Calculadoras de Esporte
Nove ferramentas para corrida, treino de força, condicionamento, ciclismo e provas longas. Várias delas dizem, no meio do caminho, que o número pedido não é o número que resolve — e apontam qual é.
Sinais para parar, não para insistir
Durante qualquer atividade, interrompa e procure avaliação diante de:
- Dor no peito, aperto ou queimação, inclusive irradiando para braço, mandíbula ou costas
- Falta de ar desproporcional ao esforço, tontura intensa, visão turva ou desmaio
- Batimentos irregulares ou disparados sem relação com o que você está fazendo
- Parar de suar em pleno calor, pele quente e seca, confusão ou comportamento estranho
- Dor articular aguda, ou que muda a sua forma de correr, pedalar ou levantar
Nada disso é questão de condicionamento. Em emergência, ligue 192 (SAMU).
Por onde começar
Quatro perguntas que trazem a maior parte das visitas a esta seção.
Pace, tempo ou distância a partir dos outros dois, com parciais para levar na prova.
Calculadora de pace → "Qual é a minha carga máxima?"Quatro fórmulas ao mesmo tempo — e o gráfico de onde elas param de concordar.
Repetição máxima → "Quantos km deram meus passos?"Distância e energia pela sua altura e ritmo, com a curva de benefício real.
Passos em distância → "Como está meu condicionamento?"Teste de Cooper ou frequência cardíaca, com faixas por idade e sexo.
VO2 máximo →Corrida e provas
Ritmo, tempo e o que esperar de outras distâncias.
Corrida, natação e caminhada no mesmo cálculo. Traz tabela de parciais e uma matriz que mostra o seu tempo em cada distância com os ritmos vizinhos ao lado.
→ Previsão de Tempo de ProvaFórmula de Riegel com expoente ajustável e selo de confiabilidade por salto de distância. Explica por que a previsão de maratona costuma ser otimista demais.
→ Nutrição para Provas LongasCarboidrato por hora conforme a duração, com cronograma. Explica de onde vem o teto de 60 g/h e o que permite ultrapassá-lo.
→Treino de força
Duas ferramentas que insistem no mesmo ponto: o número pedido não é o que decide o resultado.
Epley, Brzycki, Lombardi e O'Conner calculadas juntas, com o gráfico da divergência. A conclusão: a precisão vem do protocolo, não da escolha da fórmula.
→ Volume de TreinoCalcula a tonelagem e mostra três formatos com tonelagem idêntica que produzem treinos completamente diferentes. Depois oferece a métrica que a evidência apoia.
→Condicionamento, ciclismo e hidratação
O que o corpo consegue entregar, quanto custa cada km/h e quanto você perde pelo suor.
Teste de Cooper ou razão entre frequências. Quando a FC máxima é estimada, mostra o quanto o erro se acumula — às vezes o bastante para trocar a classificação.
→ Potência no CiclismoWatts pela física real, com rolamento, ar e gravidade separados. O gráfico mostra a parcela do ar engolindo tudo conforme a velocidade sobe.
→ Taxa de Suor e ReposiçãoQuanto você perde por hora pesando antes e depois. Com a escala em que os dois extremos são risco — e o do lado do excesso de líquido é o menos conhecido.
→ Passos em Distância e EnergiaConversão pela sua altura e ritmo, com energia bruta e líquida separadas. E a origem publicitária — não científica — da meta de 10 mil passos.
→Os números que aparecem em mais de uma página
Vale conhecer estes, porque explicam boa parte do que as ferramentas devolvem:
| Número | O que ele significa |
|---|---|
| Cubo da velocidade | A potência para vencer o ar cresce com v³. Dobrar a velocidade exige oito vezes mais watts nessa parcela — o motivo de cada km/h adicional custar mais que o anterior. |
| 60 g/h de carboidrato | O transportador de glicose satura em cerca de 1 g/min. Ultrapassar esse teto só é possível somando frutose, que usa outra via. |
| 10 a 20 séries por semana | Faixa com mais apoio para volume por grupo muscular, com boa parte dos ganhos já na parte de baixo. |
| Até 6 repetições | Faixa em que as fórmulas de 1RM concordam entre si. Acima de 10 a 12 a divergência entre elas passa a pesar mais que a precisão buscada. |
| 2% do peso corporal | Referência clássica de perda por suor que começa a comprometer desempenho — com a ressalva de que vem de laboratório e o campo tolera mais. |
Quatro decisões que valem para toda a seção
- Cada página declara a fórmula que usa. Riegel, Epley, Cooper, Holliday-Segar, as equações de potência — todas nomeadas, com a margem de erro conhecida quando existe.
- Nenhuma calcula déficit calórico nem define meta de peso. As ferramentas de energia somam gasto; não montam plano de emagrecimento.
- Estimativa não é medição. Um medidor de potência mede o que a página de ciclismo aproxima, e um laboratório mede o que o VO2 estima. As páginas dizem isso.
- Nada é armazenado. Pesos, tempos, distâncias e resultados ficam no navegador e somem ao fechar a aba.
Última revisão desta página: 26 de agosto de 2026.
- Corrida
- Relação distância-tempo-ritmo e fórmula de Riegel, com expoente ajustável para corredores recreativos
- Força
- Epley, Brzycki, Lombardi e O'Conner para 1RM. Faixa de 10 a 20 séries efetivas semanais por grupo muscular
- Condicionamento
- Equação de Cooper para teste de 12 minutos e razão entre frequências cardíacas como método alternativo
- Ciclismo
- Decomposição física em rolamento, arrasto aerodinâmico e gravidade, com coeficientes calibrados para potências observadas em campo
- Endurance
- Ingestão de 30 a 90 g/h de carboidrato conforme a duração, limitada pela saturação dos transportadores intestinais
- Ferramentas nesta seção
- 9 calculadoras
- Publicado em
- 26 de agosto de 2026
- Próxima revisão
- fevereiro de 2027
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