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Bebê e Criança

Calendário de Vacinação Infantil

O Calendário Nacional de Vacinação do SUS organizado pela idade do seu filho — o que já era esperado, o que é hora de tomar e o que vem depois. Todas as vacinas listadas são gratuitas na Unidade Básica de Saúde.

Calendário do SUS 0 a 9 anos Linha das visitas Sem cadastro
Atualizado em 26 de agosto de 2026

Atraso não faz recomeçar o esquema. Doses já aplicadas continuam contando, e a atualização retoma de onde parou. Se a caderneta está atrasada, procure a unidade de saúde com ela em mãos — a equipe monta o esquema de atualização. Prematuros seguem a idade cronológica, contada do nascimento, e não a idade corrigida.

Idade da criança

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O que vale saber antes de ir

Onde consultar o histórico. As doses aplicadas ficam registradas no sistema do programa de imunizações, e podem ser consultadas pelo aplicativo Meu SUS Digital, que traz a caderneta digital. A unidade de saúde também emite segunda via. Perder o documento físico não significa perder o histórico.

Última revisão do conteúdo: 26 de agosto de 2026.

Perguntas frequentes

Perdi uma dose. Preciso recomeçar o esquema?

Não precisa, e essa é provavelmente a informação que mais alivia quem descobriu um atraso. Esquemas vacinais não são reiniciados por causa de intervalos maiores que o previsto — as doses já aplicadas continuam contando, e o que se faz é retomar de onde parou, respeitando os intervalos mínimos entre as doses restantes. Intervalos maiores que o recomendado não reduzem a proteção final; o que eles fazem é deixar a criança desprotegida por mais tempo até completar o esquema, e por isso a orientação é atualizar o quanto antes. Basta procurar a unidade de saúde com a caderneta em mãos, que a equipe monta o esquema de atualização. Há apenas exceções pontuais com prazo-limite rígido, como o rotavírus.

Pode aplicar mais de uma vacina no mesmo dia?

Pode, e é assim que o calendário foi desenhado — aos dois meses, por exemplo, são quatro vacinas na mesma visita. Administrar vários imunobiológicos simultaneamente é seguro e não sobrecarrega o sistema imunológico, que lida diariamente com um número de estímulos incomparavelmente maior que o das vacinas. Também não reduz a eficácia de nenhuma delas. As aplicações são feitas em locais diferentes do corpo, e a equipe da sala de vacinação conhece as poucas combinações que exigem intervalo específico. Adiar doses para espaçá-las por conta própria não traz benefício e prolonga o período em que a criança está vulnerável.

Febre depois da vacina é normal?

É comum e esperado em várias vacinas, e reflete a resposta do organismo ao estímulo. Costuma aparecer nas primeiras vinte e quatro a quarenta e oito horas, é de curta duração, e vem acompanhada de dor, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, além de irritabilidade e sonolência. Algumas vacinas, como a tríplice viral e a febre amarela, podem provocar febre mais tarde, entre o quinto e o décimo segundo dia. O que não é esperado e merece avaliação: febre muito alta e persistente, choro inconsolável por horas, convulsão, episódio de palidez intensa com moleza, ou reação local muito extensa. Qualquer evento assim deve ser comunicado à unidade de saúde, que faz a notificação e orienta as doses seguintes.

Criança resfriada pode tomar vacina?

Pode, na grande maioria das vezes. Resfriados, tosse, coriza e febre baixa não contraindicam vacinação, e adiar por causa disso é uma das principais causas de atraso vacinal evitável — a criança acaba perdendo a oportunidade daquela visita e voltando semanas depois. Doença aguda moderada ou grave, com comprometimento do estado geral, é motivo para adiar até a melhora, e essa avaliação é feita na própria sala de vacinação. Uso de antibiótico também não impede vacinar. As contraindicações verdadeiras são poucas e específicas, como reação anafilática a dose anterior ou a componente da vacina, e imunossupressão em relação às vacinas de vírus vivo — situações que a equipe identifica.

Perdi a caderneta de vacinação. E agora?

O registro das doses aplicadas fica no sistema de informação do programa de imunizações, então a perda do documento físico não significa perder o histórico. As doses aplicadas nos últimos anos podem ser consultadas pelo aplicativo Meu SUS Digital, onde existe a caderneta digital, e a unidade de saúde também consegue verificar e emitir uma segunda via. Quando não é possível recuperar o registro de forma alguma, a conduta usual é considerar a criança como não vacinada para aquelas doses e refazer o esquema, o que é seguro — receber uma dose a mais não causa dano. Vale fotografar a caderneta a cada atualização: é a forma mais simples de nunca depender disso.

Fonte
Calendário Nacional de Vacinação da Criança, Programa Nacional de Imunizações, Ministério da Saúde
Faixa coberta
0 a 9 anos, 11 meses e 29 dias. Adolescentes seguem calendário próprio
Atraso vacinal
Esquemas não são reiniciados. A atualização retoma de onde parou, com intervalos mínimos
Prematuros
Seguem a idade cronológica. A idade corrigida não se aplica ao calendário vacinal
Condições especiais
Crianças com condições clínicas específicas devem ser avaliadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais
O que a página não faz
Não substitui a caderneta, não avalia contraindicações e não define o esquema de atualização
Publicado em
26 de agosto de 2026
Próxima revisão
fevereiro de 2027
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Aviso. Esta ferramenta é informativa e reproduz o calendário vigente na data da revisão. Calendários são atualizados periodicamente — confirme sempre na Unidade Básica de Saúde ou no portal do Ministério da Saúde. Quem define o esquema aplicável ao seu filho é a equipe da sala de vacinação, com a caderneta à vista.